As consequências do assédio moral na escola

22/03/2017

Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em agosto de 2016, o número de casos de bullying cresceu em comparação à pesquisa anterior: em 2012, 35,3% dos alunos entrevistados afirmaram ter sofrido algum tipo de constrangimento no ambiente escolar, enquanto 46,66% dos estudantes deram a mesma resposta três anos mais tarde.

 

Além disso, quase 40% das crianças e jovens disseram sofrer humilhações às vezes e 7,4% dos estudantes relataram que sofrem constrangimentos com frequência. O estudo também aponta que dois em cada 10 estudantes já praticaram bullying, sendo que as agressões partem mais dos meninos.

 

Na medida em que os casos crescem, aumenta também a preocupação dos país e professores. Isso porque o bullying pode causar danos irreparáveis, sendo apontado como uma das principais causas de suicídio entre jovens.

Consequências do assédio moral na escola

  • Dificuldade de relacionamento social e escolar;

  • Baixa autoestima;

  • Fobia escolar;

  • Tristeza;

  • Agressividade;

  • Depressão.

Atualmente tem havido uma discussão bastante construtiva sobre a utilização da Inteligência Emocional como uma ferramenta de combate ao bullying. Para Rodrigo Fonseca, fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional, é preciso ir muito além de uma conscientização dos males que o bullying pode ocasionar: as pessoas precisam ir para a prática.

Inteligência Emocional contra o bullying

 

A Inteligência Emocional ensina os indivíduos a conviverem de maneira mais amena com seus próprios sentimentos e ter total controle sobre suas emoções, o que muda completamente sua perspectiva de vida e facilita a superação de obstáculos ao longo da vida.

 

O desenvolvimento da Inteligência Emocional é muito importante para fazer com que o agredido lide melhor com a situação e não seja emocionalmente afetado por ela. Ela também previne que os atos de bullying aconteçam, já que os agressores aprendem sobre respeito ao próximo.

 

“A Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional criou a bandeira do ‘PRAISING’, que inglês significa elogiar e destacar as qualidades. A prática precisa começar em casa, com os pais ressaltando os pontos positivos das crianças, já que as ações dos pais e pessoas próximas têm influência direta na forma como a criança se comporta no ambiente escolar”, explica Fonseca.

 

Rodrigo diz ainda que é importante incentivar as crianças a lidarem e valorizarem as diferenças, procurando sempre questionar e trabalhar os preconceitos dentro de casa. O comportamento dos pais também é fundamental, servindo de espelho para os jovens. “Quando uma criança ouve seus pais trocando elogios, ela repete isso fora de casa. Quando as ofensas ou críticas são frequentes, a criança adquire o mesmo padrão no seu convívio social fora de casa”, diz o especialista.

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