Comportamento antissocial é culpa do cérebro

11/10/2016

 

Estudo comprova diferenças em desenvolvimento cerebral de crianças e adolescentes diagnosticados com desvio de conduta.
 
Por muito tempo, cientistas acreditaram que o comportamento antissocial teria relação direta com o desenvolvimento do cérebro, mas poucos testes haviam sido feitos para comprovar essa ideia.
 
 
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Um estudo recente usou exames de ressonância magnética para analisar o cérebro de adolescentes diagnosticados com desvio de conduta, transtorno psiquiátrico que normalmente envolve comportamento agressivoe antissocial. Os resultados sugerem que o cérebro de jovens com esse transtorno se desenvolve de maneira diferente. O estudo também comprova que o desvio de conduta é um transtorno psiquiátrico real, apesar de alguns especialistas discordarem dessa opinião.
 
 
 
O estudo, publicado no Journal of Child Psychology and Psychiatry, observou o cérebro de 58 jovens entre 16 e 21 anos com desvio de conduta e 25 jovens sem nenhum distúrbio. Foram analisadas partes do cérebro responsáveis pela atenção, memória e linguagem. 
 
 
 
Entre o cérebro de jovens que começaram a desenvolver distúrbios comportamentais na adolescência e crianças que apresentaram a doença nos primeiros anos de vida, as diferenças são grandes: no caso das crianças, o crescimento cerebral parece acontecer de forma mais sincronizada do que em outras partes do córtex, o que acaba desenvolvendo certas funções mais do que outras. 
 
 
 
Os cientistas ainda não sabem especificar quais partes do cérebro provocam os distúrbios comportamentais. 
 
Fonte Revista Galileu
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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