Oito passos para a felicidade!

Pode não ser fácil. Acreditar no próprio valor, enxergar-se como alguém especial e sentir-se merecedor de alegrias não é tão simples. São coisas boas, é verdade. Mas as pessoas não têm o costume de estimar a si mesmas. E uma autoimagem depreciativa atrapalha a construção da confiança pessoal. É fundamental lembrar também que para trabalhar a autoestima nem sempre a aclamada força de vontade é suficiente. 

 

A boa notícia é que, no geral, com disciplina, revisão de conceitos e prática, é possível avaliar o que não vai bem e mudar – para melhor.

 

Não é mágica nem receita de bolo. Talvez as dicas a seguir sirvam em parte para uns, completamente para outros, enquanto haverá aqueles que ainda acreditarão não serem suficientes para superar seus problemas. O que importa é perceber que algo não está adequado, assumindo assim a responsabilidade de (re)começar.

 

Diga a si mesmo quem você é – com honestidade Identifique seus sentimentos, desejos, pensamentos e talentos – não as crenças que adquiriu devido à influência de terceiros. Reconheça suas características positivas e negativas, físicas e psicológicas. Questione-se: de onde vêm determinadas emoções? Suas atitudes lembram as de alguém com quem você convive ou conviveu? Escreva todas as respostas em um papel e leia com frequência até se conscientizar do que realmente quer e tudo aquilo que deve deixar para trás. 

 

Liberte-se de culpas Ao sentir uma emoção com a qual não sabe lidar bem – raiva, tristeza, frustração, medo, inveja, ciúme – pare por alguns minutos e procure isolar esse sentimento. Aceite-o. Para ajudar a elaborar a sensação, controle a respiração até reconhecer o que exatamente a causou. Perceba quais partes do corpo ela atinge e a neutralize. Depois, liberte- se da culpa de viver essa emoção. Com o tempo, ela aparecerá com menos força e frequência. 

 

Avalie com calma críticas – e autocríticas Seja flexível com opiniões diferentes. Compreender o outro e viver dentro do princípio da tolerância torna a existência mais ampla.

 

Assuma suas responsabilidades Pare de culpar os outros por seus problemas. É comum a pessoa com baixa autoestima não reconhecer que foi ela, e não alguma coisa ou alguém, a responsável por não chegar no horário em um lugar, não encontrar tempo para se exercitar, estar num emprego que não gosta, e por aí vai. Também não foi "a vida que quis assim" quando você não alcançou um objetivo. 

 

Aceite a realidade Ficar no mundo dos sonhos e esquecer o que o cotidiano tem de bom é uma fuga de quem tem baixa autoestima. As pessoas pecam por suposições – "como teria sido" ou "como seria se" são pensamentos constantes no imaginário de quem opta por divagar em vez de fazer o próprio mundo dar certo (e assumir a responsabilidade por erros e acertos).

 

Tenha disciplina Falta de metas, de foco e de persistência são problemas comuns de quem não tem autoestima. O indivíduo que desconhece o amor-próprio deseja suprir o mais rápido possível – e não importa como – suas carências. Quem é seguro não é imediatista. Sabe que a construção de um futuro bom, em todas as áreas, requer planejamento e paciência. 

 

Aja com integridade Gaste tempo melhorando a si mesmo. Aí não sobra tempo para falar mal dos outros. "Quem perde tempo falando mal de terceiros assina o atestado de baixa autoestima. Para se sobressair, esse indivíduo precisa desqualificar os demais." Coerência de valores – entre o que fala e o que faz – também prova que uma pessoa é bem resolvida. Assim como alimentar a autoestima do outro. Quem é seguro não teme perder espaço e fica feliz com o crescimento de mais pessoas.

 

Agradeça os momentos felizes Saber ser grato por oportunidades e pela ajuda de outras pessoas é uma característica de quem tem segurança emocional. Da mesma maneira, a capacidade de recordar horas alegres (sem fazer disso uma fuga) e usá-las como combustível para se sentir satisfeito é a essência do amor-próprio.

 

 

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